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Unimed Aeromédica salvando vidas e inspirando pessoas
15/01/2019

Que nossa principal missão é prestar um atendimento de qualidade aos nossos clientes e realizar remoções capazes de salvar vidas você já sabe. O que muita gente desconhece é o que acontece nos bastidores da Unimed Aeromédica e o que está por trás de tantas remoções bem-sucedidas. Nosso trabalho vai muito além de realizar transportes aeromédicos, afinal o cuidado da empresa com os clientes está em cada ação das equipes envolvidas em uma remoção. E esse cuidado se transforma em boas histórias, capazes de encantar e inspirar pessoas.

Hoje, você vai conhecer a história do Caio, copiloto da Hércules que integra a equipe de tripulantes da Unimed Aeromédica. Antes de atuar diretamente no setor de aviação, Caio foi funcionário da Aeromédica, integrando a Gestão de Atendimento e Logística. Em entrevista exclusiva ao blog, ele conta como a sua relação com a empresa contribuiu para a realização de um sonho.

“Sempre admirei os aviões, gostava de ir ao Aeroporto para ver os pousos e as decolagens, achava aquilo o máximo. Depois que voei pela primeira vez, fiquei impressionado e o desejo por voar aumentava com o passar do tempo”, explica. O sonho foi se tornando cada vez mais real até ele entrar na equipe de Gestão de Atendimento e Logística da Unimed Aeromédica. Na empresa, ele atuou como coordenador de Transportes, auxiliando na etapa de planejamento do voo, fundamental antes de todas as missões. Apesar de não ser responsabilidade do coordenador, a pessoa que ocupa esse cargo também precisa ficar atenta a questões relacionadas à meteorologia e ao funcionando dos aeroportos.

Os bastidores do dia a dia na Aeromédica impulsionaram ainda mais o sonho de Caio, hoje, formado em Ciências Aeronáuticas. “Foram quatro anos e seis meses de muito aprendizado, amadurecimento e contatos profissionais. Como eu trabalhava na Coordenação e tinha contato direto com os pilotos, chefe de manutenção, gestão operacional e outras empresas do mercado, tive a oportunidade de ampliar muito conhecimento. Nesse tempo, consegui juntar dinheiro para concluir as horas de voos que precisava”, conta ele.

O que não faltam na relação entre Caio e o transporte aeromédico são histórias para contar, mas uma que mais o marcou foi a remoção das crianças vítimas do incêndio na creche de Janaúba, em outubro de 2017. “Na época da tragédia, eu trabalhava na coordenação de voos. Eram muitas crianças em estado grave, que tinham que chegar em Belo Horizonte rapidamente. Mobilizamos todos os nossos esforços para transportar o maior número de crianças no menor tempo possível. Acredito que aquela situação mexeu com todos e fizemos um excelente trabalho”, destacou.

Caio segue trabalhando no transporte aeromédico e, motivado por um sonho, não se cansa de salvar e inspirar vidas. E você? Qual história vai querer contar daqui pra frente?